Este blog tem andado (outra vez) parado.
Não tem sido falta de disciplina. Simplesmente não tem puxado.
E também não é uma questão de motivação. Esta simplesmente tem shiftado para outros interesses.
Volta e não volta lanço o olho a este espaço e venho aqui escrever qualquer coisa.
Umas vezes a despachar, só para marcar presença. Outras porque gosto de o fazer.
Tenho escrito. Não aqui, nesta tela branca, mas noutra, mais clássica, companheira de uma caneta qualquer.
Os meus interesses são sinosoidais. O foco e atenção que lhes dou segue o sabor de uma paixão de verão. São pequenas iterações em que me deixo levar por uma experiência qualquer, um desafio latejante ou até a vontade de aprender algo novo.
Hoje aqui estou novamente a piscar o olho a este cantinho.
Blink!
Amanha vou começar a aprender Ruby on Rails :)
Porquê?
.. E porque não?
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Terminei agora o The Witcher e senti que devia fazer parte dos Wall of Fame dos RPGs/Aventuras que já joguei.
Pontos altos: História. Definitivamente. Não conheço a obra do Andrzej Sapkowski mas fiquei bastante curioso.
Pontos baixos: Uma ou outra falha que a delicia da experiência deixam passar. Uma farpazita numa superfície em bruto que deixa a salivar pela continuação da saga. E, felizmente, houve.
Há um bom tempo que não jogava uma aventura destas, E foi no exercicio de meditar sobre isto, sobre o olhar do passado que me apeteceu soltar umas linhas.
Sempre gostei do genero. Creio que lhe tomei o gosto ainda nos tempos do velhinho spectrum. Saudosas escapadelas a um solarengo sábado à tarde, para jogar La Abadia del Crimen.
Sobre o The Witcher não vou repetir o que tantos outros artigos falam sobre este jogo. Foi uma pérola entre outras adquirida no GoG. O preço não paga o mergulho num enredo tão bom.
Os personagens também são interessantes. O sistema de combate..esse.. ofereceu resistencia inicial. Primeiro estranha-se.. Depois..entranha-se. Confesso que no inicio não gostei. Mas à medida que fui evoluindo a personagem aceitei bem a inovação. Só a camera over the shoulder é que não me convenceu.
Para quem gosta de uma boa aventura com uma boa dose de acção sem cair na desgraça do hack-and-slash, recomendo vivamente.
Ah! O toquezinho das cartas por cada conquista.. Mto bom!! :D
Links:
* Review GameSpot
* Gameplay
* GoG
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Uma das primeiras coisas que me intrigou no C# foi a funcionalidade das classes parciais.
Vindo do mundo do java lembro-me deste tema ter alimentado uma discussão de jantar com outro javardo sobre o prego a que isto podia levar.
Recordo-me em particular de ambos estarmos do mesmo lado na discussão, como que duas comadres a falarem da vida alheia.
O discurso punha de lado o jeito que as classes partiais dão para separar código gerado por uma ferramenta do código batido por um coder e centrava-se nesta inverdade:
Se se pretende decorar uma classe com lógica acrescida, extende-se a classe. Há o OOP e design patterns excelentes para diferenciar responsabilidade.
Hoje..amadureci :) Trabalho tanto com java como C# e aprendi a tirar o melhor de cada mundo (*) e para cada tarefa há uma ferramenta boa.
Recentemente precisei de separar numa classe facade a declaração de uma série de custom events e os respectivos eventhandlers e acabei por organizar a casa numa classe partial.
Feito isto rapidamente me apercebi de uma coisa. Não há forma de agrupar dois ficheiros no Visual Studio.
Em winforms ou WPF há aquele "+" mágico em que agrupa os dois ficheiros. E aqui? Cadê?
Há duas formas de agrupar ficheiros numa solução:
A forma ideial mas que não funciona no VS Express:
* Instalar o plugin VsCommands
A forma hardcore (aka dos pobres)
* Fechar o Visual Studio
* Editar o ficheiro de projecto (ex: myprojec.csproj)
* Procurar o elemento que se pretende agrupar no meio das tags
* Fazer o truque dos pézinhos com a tag
Ex: Agrupar o ficheiro Xpto.Events.cs dentro do Xpto.cs
<Compile Include="Xpto.cs" />
<Compile Include="Xpto.Events.cs">
<DependentUpon>Xpto.cs</DependentUpon>
</Compile>
* Gravar e arrancar o VS
E voila!
Espero que ajude :)
(*) PS: Um dia destes escrevo um artigo sobre a integração de Spring.NET e Ibatis numa aplicação C# :)
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Porque uma imagem vale mil palavras..
Fonte: http://www.bloomberg.com/apps/quote?ticker=GSPT10YR:IND
Bem.. com optimismo e trabalho a coisa vai ao sítio :)
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As dozes badaladas marcam o fim deste fds e o começo de uma nova semaninha. Para fugir um pouco à rotina das leituras, deixo-vos aqui uma revista sobre abandonware.
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Volta e não volta lanço duas ou três maldições quando não consigo ver os icones do tortoise numa pasta do dropbox.
Pelos vistos o problema não é exclusivo destas duas aplicações. E certamente não é só meu. Para quem já sofreu do mesmo mal, aqui fica uma boa dica.
O problema passa por uma limitação do total de overlays que o windows impõe. Assim, a solução passa limpar as entradas desnecessárias.
Não é complicado e o link seguinte explica a solução de uma forma sucinta:
http://abdullin.com/journal/2009/10/26/fixing-icon-overlays-for-dropbox-tortoisesvn.html
No meu caso, coloquei um "Z" atras das seguintes entradas:
z4TortoiseLocked
z5TortoiseReadOnly
z8TortoiseIgnored
e..Problem fixed :)
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Confesso que hesitei antes de postar isto mas.. é retro.
Numa linha ténue entre abandonware e vintage, aqui fica uma atrevida apresentação sobre o velhinho windows 95!
Eu não tinha os minimum requirements na altura em que saiu. Era novinho, estava do outro lado do atlântico e a net afunilava-se no velhinho modem 28800 atraves da Cats BBS.
.. Quanto mais vejo este video.. mais gosto do meu windows 7!
E vocês? Como foi o primeiro contacto com o Windows 95?
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